Uma reportagem publicada pelo jornal The Sunday Guardian, na última segunda-feira, dia 11, voltou a colocar a morte de Michael Jackson no centro de discussões internacionais.
Segundo a publicação, documentos ligados aos chamados arquivos Epstein levantariam a hipótese de que a morte do artista, em 2009, não teria sido acidental, mas resultado de uma suposta conspiração. A alegação, no entanto, não foi confirmada por autoridades ou por fontes independentes, mas reforça algo que sempre foi mencionado.
"Os Arquivos Epstein alegam que Israel ordenou o assassinato de Michael Jackson para proteger sua rede de chantagem", descreve a matéria.
De acordo com a reportagem, a teoria teria como base supostos trechos dos arquivos envolvendo o nome de Jeffrey Epstein e conexões com figuras políticas internacionais.
A publicação sustenta que o cantor teria representado uma ameaça a interesses poderosos, o que teria motivado uma suposta ação para silenciá-lo.
"Os relatórios alegam que a morte de Jackson não foi um incidente trágico, mas sim um assassinato meticulosamente planejado por Israel em 2009 para proteger uma suposta rede de chantagem ligada à elite. A narrativa afirma que Jackson foi silenciado por se posicionar contra indivíduos poderosos e supostamente tentar proteger crianças", disserta a reportagem.
Michael morreu no dia 25 de junho de 2009, aos 50 anos, após sofrer uma parada cardiorrespiratória provocada por intoxicação aguda por propofol e benzodiazepínicos.
O médico pessoal do cantor, Conrad Murray, foi condenado por homicídio culposo em decorrência do caso.
Paris Jackson, filha do eterno rei do pop, sempre afirmou em várias entrevistas que o seu pai foi assassinado, mas que faltava saber o mandante e o motivo.
E aí, você também acredita nessa teoria sobre a morte de Michael?
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