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Paul Stanley, do KISS: "não acho que a música possa morrer"

10 de março de 2021, 11h54, por Amanda Ramalho
Reprodução Instagram Paul Stanley

Ao contrário do seu parceiro de banda, Gene Simmons, que acredita que o fim do rock é tudo culpa dos jovens, Paul Stanley, vocalista e guitarrista do KISS, declarou que o rock não morreu já que "o pulso ainda pulsa".

A declaração surgiu após sua participação no programa "Canada Now With Jeff Sammut", da SiriusXM.

"Eu acho que a vida, o rock, seja lá o que for, nunca é uma constante. Digamos, por exemplo, que se você pegar o pulso de alguém e for fraco, não significa que essa pessoa esteja morta. Significa que o pulso está fraco. E isso não significa que não voltará mais forte. Eu não acho que a música possa morrer. Eu não acho que bandas possam morrer, o rock possa morrer. Mas é preciso alguém para reacender ao nível que esteve em algum momento no passado", declarou Paul.

O músico também disse que a há uma relação muito importante da tecnologia com a música. "Um computador nunca tomará o lugar de pessoas de carne e osso fazendo música. As pessoas podem estar apaixonadas por ele, e podem eclipsar o outro, mas, em última análise, tudo vem em círculo completo – tudo volta. Não desaparece. Pode estar dormindo".

Além disso, ele também falou sobre algumas bandas e o quanto elas amam o que fazem, citando o Foo Fighters como exemplo.

"Ninguém está reclamando do Foo Fighters. Dave [Grohl] é apaixonado pelo que faz e eles são fantásticos. Então, há bandas e quanto a bandas novas, alguém virá. Alguém vai pegar a bandeira e seguir em frente. Como eu disse, o pulso pode estar um pouco fraco, mas o paciente está voltando", concluiu.

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