Nau de vento, nau dos homes
que vogan na inmensidade
somos xente de Galicia
onde a terra bica o mar-e.
Ai la la, ai la la…
Nau de soños, nau de espranzas
nau de infinda veleidade
o esquece as suas raices
perde a súa identidade.
Ai la la, ai la la…
compositores da letra: JOSE BENITO ROMERO COPO
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