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Na Minha Terra Selma Reis


Letra da música "Na Minha Terra"


Na minha terra ninguém morre de amor
De fome, de esperança, sim senhor
Desculpe essas palavras assim mais duras
Mas cadê a compostura de quem tinha exemplo a dar
É nepotismo, prepotência, disparate
Paraíso dos contrastes
De injustiça pra danar

Se tem um cara que deseja uma terrinha
De cuidar dela, de dar gosto a gente dá
Logo se escuta a voz do dono da terrinha
Não é lugar de vagabundo vir plantar

Na minha terra ninguém morre de amor
De fome, de esperança, sim senhor

Desculpe essa verdade nua e crua
Mas é tanta falcatrua que o País se acostumou
Agora é ágio, é pedágio, é propina
Já faz parte da rotina
É a lei com seu rigor

É uma força bem mais forte que se pensa
É uma teia onde aranha nunca está
Que suborna, que alicia, que compensa
Mas só pra aqueles que deixaram de sonhar

Se tem um cara que deseja uma terrinha
De cuidar dela, de dar gosto a gente dá
Logo se escuta a voz do dono da terrinha
Não é lugar de vagabundo vir plantar

Na minha terra ninguém morre de amor
De fome, de esperança, sim senhor

Desculpe essa verdade nua e crua
Mas é tanta falcatrua que o País se acostumou
Agora é ágio, é pedágio, é propina
Já faz parte da rotina
É a lei com seu rigor

É uma força bem mais forte que se pensa
É uma teia onde aranha nunca está
Que suborna, que alicia, que compensa
Mas só pra aqueles que deixaram de sonhar

Na minha terra ninguém morre de amor
De fome, de esperança, sim senhor.







compositores da letra: Vitor Martins,Ivan Lins

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