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Pharrell Williams não permitirá que Trump use suas músicas

30 de outubro de 2018, 16h22, por Amanda Ramalho
Divulgação

Parece que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está com alguns probleminhas para usar as canções de certos artistas em suas ações políticas.

Depois de Steven Tyler, Adele, Rolling Stones, Queen, a família de Prince e Neil Young, agora foi a vez de Pharrell Williams pedir, legalmente, que o presidente não use suas músicas durante os atuais comícios.

O pedido judicial surgiu após Trump ter tocado "Happy" em uma reunião em Indiana, no último final de semana.

De acordo com o advogado do músico, Howard King, a solicitação foi emitida pouco tempo depois do tiroteio de sábado, dia 27, no qual um atirador matou 11 pessoas em uma igreja em Pittsburgh.

"Pharrell não permitiu, e não permitirá, que você apresente em público, transmita, ou dissemine suas músicas. No dia do assassinato em massa de 11 pessoas nas mãos de um nacionalista louco, você tocou a música 'Happy' para uma multidão em um evento político em Indiana. Não havia nada de 'feliz' na tragédia que aconteceu no sábado neste país, e não houve permissão para que você use esta música para este propósito", dizia o comunicado.

Vale lembrar que essa não é a primeira vez que Trump tem problemas com músicas usadas em seus comícios.

Em 2015, a banda Aerosmith pediu que ele tirasse a música "Dream On", de sua campanha presencial. Há 2 meses, Steven fez a mesma petição, já que na ocasião o presidente subiu ao palco ao som de "Livin' on the Edge".

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