Família realiza eventos para cuidar da saúde de criança

13 de março de 2018, 11h21, por Alexandre Murari
Divulgação

A família do pequeno Jacob Cristopher de Campos dos Santos, de 1 ano e 4 meses, iniciou a campanha "Dê Coração", com objetivo de conseguir doações para custear o tratamento da criança. Antes mesmo do nascimento, os pais já sabiam que seria uma gestação de risco e na época podiam optar pelo aborto, mas mesmo assim não desistiram e lutaram pela vida de Jacob.

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Atualmente o bebê precisa de cuidados especiais, tem oito problemas cardíacos, inclusive uma cardiopatia congênita grave e considerada rara pelos médicos, por isso não pode chorar e foi proibido de ficar em locais muito quentes, por causa da temperatura do corpo dele.

A alimentação também é diferenciada, com várias restrições. Logo após o nascimento, o menino passou por avaliação no Hospital da Criança e Maternidade de São José do Rio Preto, interior de São Paulo e devido a complexidade, o caso foi transferido para o Hospital do Coração (HCor), na capital paulista.

Agora Jacob precisa fazer pelo menos três exames de alto custo como Angiorm, RM Aorta Toracica e RM Arterias Pulmonares. De acordo com os pais, a psicopegadoga Thais Emilia de Campos e o cabeleireiro Elisberto dos Santos, eles teriam que desembolsar pelo menos 10 mil reais na primeira etapa do tratamento.

O plano de saúde não cobre esses gastos e o casal não tem condições financeiras para arcar com as despesas. Esses exames vão ajudar a equipe médica a avaliar se a criança deve passar por uma cirurgia no coração ou entrar para a fila de transplantes.

O caso ganhou destaque nas redes sociais e com apoio dos amigos, a família está organizando rifas, brechós, sorteios de brindes e até uma vaquinha digital. Os integrantes do Rotary Clube Integração de São José do Rio Preto, se sensibilizaram com o problema e estão ajudando na campanha. Diversos moradores da cidade também se comoveram e auxiliaram com doações, mas a corrida contra o tempo é grande. A criança precisa fazer esses exames até o fim de Março e as arrecadações seguem em ritmo lento. 

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