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Entrevista com o cantor Phil; confira o bate-papo

26 de fevereiro de 2021, 10h12, por Amanda Ramalho
Reprodução Instagram

Hoje tem bate-papo aqui no site Kboing!

Nós conversamos com o Phil que comentou sobre o início da sua carreira no mundo da música, como cantor. O artista já era do meio, já tinha trabalhado como baixista e produtor, mas depois de uma experiência incrível ao lado da cantora internacional Katy Perry decidiu que era hora dele mesmo estar à frente no palco.

Phil também falou sobre a produção de suas canções como "Tipo Borboleta" e a mais recente, "Crush".

Dá só uma olhada no nosso bate-papo logo abaixo:

KBOING – Você começou na música como produtor musical de diversos artistas. Conta pra gente como foi essa inserção, seus primeiros trabalhos...
PHIL: Eu comecei na música como baixista e produtor musical. Produzi outros artistas, bandas, peças de teatro, muita trilha para peça de teatro no Rio de Janeiro e Brasília. E aí nesse processo de produzir outros artistas, eu acabei me identificando muito com essa figura de criador. Eu sentia alguma coisa dentro de mim querendo expressar, da forma como eu via que eles se expressavam. Daí eu me joguei nisso com tempo!

Mas teve um momento que rompeu todos os limites, que foi quando eu trabalhei no Rock in Rio em 2011, nos camarins do Palco Mundo, lá eu conheci artistas como Stevie Wonder, Red Hot Chilli Peppers, Katy Perry, Rihanna, mas especialmente a Katy Perry que me fez querer muito estar naquele lugar, porque me inspirei muito na energia que eu sentia dela. Fiquei muito próximo dela e eu senti uma coisa incrível e falei assim pra mim: 'quero ter isso, quero ser isso. Quero vibrar nessa mesma frequência, passar isso que ela tá passando pra mim, passar isso para os outros'.

Daí foram uma sequência de coisas e acabei me direcionando pra isso. Comecei a escrever muitas músicas, sai da posição de baixista e produtor e assumi a frente do palco. E uma dessas músicas que foi muito importante pra mim, foi a "Tipo Borboleta", que fala desse processo de transformação, de aceitação e de como a gente pode se transformar em outra pessoa. Na verdade, a gente se redescobre como a gente mesmo. A gente tira essas camadas que o mundo e as pessoas vão colocando em volta da gente e resgata a nossa essência.

KBOING – Seu clipe mais recente é "Crush", lançado em janeiro, conte como foi a composição e produção da música e sobre a gravação do vídeo.
PHIL:
Atualmente a "Crush" é nossa música de trabalho e o processo de composição foi diferente por que não teve a ver com uma história de vida minha. Algumas músicas que eu faço são assim e acho que muitos artistas vão se identificar, porque às vezes a gente escreve sobre histórias que não são nossas, mas que chegam como um download, como se fosse uma psicografia, você só recebe e escreve do jeito que vem.

Então "Crush" é um pouco dessa pegada, de muitas pessoas que se apaixonam e não tem a paixão correspondida e às vezes quer esquecer a pessoa ou quer dar essa intimada: ou sai da minha cabeça ou entra na minha vida logo de uma vez, que tô cansada dessa brincadeira.

Sobre a produção da música, eu fiz essa com o pessoal do 48K, Raul Alaune e Mateus Melo, aqui de São Paulo e o vídeo com o Eibe, ele quem dirigiu o clipe. A gente gravou lá no Rio de Janeiro, foi incrível, gravamos em um apartamento de cobertura de Copacabana, ficou muito lindo, com participação de Lorenna Amaral, uma amiga minha. E ficou incrível o vídeo, quando eu assisti, fiquei emocionado com o resultado e espero que a galera esteja curtindo também e quem está só ouvindo tenha a oportunidade de assistir ao vídeo no YouTube. Porque muitas vezes a gente entra na viagem da música e fica imaginando como é o vídeo ou fica relacionando aquele som com a nossa história, com o que tá acontecendo naquele momento, mas com o clipe a gente consegue complementar a narrativa da música e contar às vezes uma história completamente diferente. Então é uma experiência bem diferente, bem legal.

KBOING – quais os projetos para os próximos meses?
PHIL:
Estamos preparando uma série de lançamentos de singles. Não todos são conectados em termos de sonoridade, eles tem sonoridade bem diferente entre eles, mas algo sempre vai conectar, que é o meu jeito de cantar e pouco da temática desses singles, todos mais voltados para o lado romântico, é um tipo de trabalho diferente. Sempre lancei coisas mais pro lado do emocional, filosofia autoconhecimento e até humor, mas agora eu tô nessa fase, me sentindo mais romântico, me sentindo mais conectado com isso.

Reprodução

KBOING – Deixe um recado pra galera que curte o seu trabalho
PHIL:
Quero deixar um beijo e um abraço para todo mundo que curte o meu trabalho e que acompanha desde antes, de um projeto que eu tinha em 2018, quando assinei como Rick bonadio, que é um super produtor (fez Mamonas, Charlie Brown, nx zero) foi uma experiência incrível estar lá.

Mandar um beijo pra essa galera e convidar todo mundo a acompanhar essa nova fase projeto. Tem muita coisa legal pra vir por aí e agradecer por tudo o que tá acontecendo com "Tipo Borboleta", que tá tocando muito por aí. É uma música que está tocando as pessoas, tem gente tatuando a letra, que está usando a música como ferramenta de cura. É muito legal receber esse feedback de como o pessoal está aceitando a música, "Tipo Borboleta", e agora "Crush" também que tá pegando fogo, está incendiando essa fogueira e o pessoal tá curtindo mesmo. Foi muito bom perceber que eu posso me jogar nesse lado mais romântico, que tem a ver comigo, eu tava um pouco ansioso, mas foi muito bom.

Um beijo para todos vocês e obrigada pelo convite. Um abraço pra todo mundo aí!

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