Buchecha conta por que não foi parar na vida do crime

11 de junho de 2018, 11h33, por Alexandre Murari
Divulgação

Neste domingo, 10, o funkeiro Buchecha, que segue carreira solo desde 2002 quando o seu parceiro Claudinho morreu em um acidente de carro, participou do quadro "Ding Dong", do programa "Domingão do Faustão", exibido pela Rede Globo.

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Ao apresentador, Buchecha falou um pouco sobre a carreira e do orgulho que sente de, apesar de todas as oportunidades, não ter sucumbido ao mundo do crime:

"Já fui caranguejeiro, catei ferro velho, fui servente de obra, camelô, de tudo um pouco. Na comunidade temos duas opções: o caminho do tráfico, do mal, ou arregaçar as mangas e ir trabalhar. Perdi muitos amigos no tráfico, mas nunca achei que aquilo fosse vida para mim", disse o funkeiro, que também pontua a importância da educação passada pela sua mãe.

"Não fujo das origens. Minha mãe é meu herói maior, abaixo de Deus. Ela me deu uma educação muito boa. E vocês me deram tudo que tenho hoje, estava no caminho certo", finalizou o músico.

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