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Para família, morte de Chris Cornell foi efeito de remédios

19 de maio de 2017, 11h29, por Alexandre Murari
Divulgação

Encontrado morto na última quarta-feira, 17, o vocalista do Soundgarden e do Audioslave, Chris Cornell, teve a confirmação de sua morte revelada: suicídio por enforcamento.

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O músico foi encontrado morto em um quarto de um hotel de Detroit, nos Estados Unidos, logo após de se apresentar na cidade.

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No entanto, em um comunicado revelado pela esposa do cantor, Vick Cornell, o suicídio foi acidental, pois ele havia se automedicado logo após a apresentação.

"Percebi que ele estava embolando as palavras, ele estava diferente. Quando ele me disse que que havia tomado uma ou duas doses extras de Ativan (um ansiolítico), eu entrei em contato com um segurança e pedi para checar como ele estava", desabafa Vick, que também declara a falta que fará o músico na vida da família: "deixou um vazio no meu coração que jamais será preenchido".

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O motivo do suicídio, portanto, será investigado e, de acordo com Kirk Pasich, advogado da família, "sem os resultados dos exames toxicológicos, não sabemos o que estava acontecendo com Chris – ou se alguma substância contribuiu para sua morte".

Para a família do cantor, os remédios e/ou outras substâncias desencadearam as ações negativas que o levaram ao suicídio.

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Vale lembrar que, três dias antes de sua morte, Chris havia publicado um tuíte em homenagem à sua mulher, devido ao Dia das Mães. Na publicação, o músico declarava sua admiração por Vicky: "Para minha Vicky, você é um anjo e uma leoa. A mãe perfeita e a mulher perfeita. Eu te amo! Feliz dia das mães".

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