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Alexandre Pires

Águas de Março / É Com Esse Que Eu Vou / Madalena

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É pau, é pedra
É o fim do caminho
É um resto de toco
É um pouco sozinho...

É um caco de vidro
É a vida, é o sol
É a noite, é a morte
É um laço, é o anzol...

É peroba do campo
O nó da madeira
Caingá, Candeia
É o matita-pereira...

É madeira de vento
Tombo da ribanceira
É um mistério profundo
É o queira ou não queira...

É o vento ventando
É o fim da ladeira
É a viga, é o vão
Festa da Cumieira...

É a chuva chovendo
É conversa ribeira
Das águas de março
É o fim da canseira...

É o pé é o chão
É a marcha estradeira
Passarinho na mão
Pedra de atiradeira...

Uma ave no céu
Uma ave no chão
É um regato, é uma fonte
É um pedaço de pão...

É o fundo do poço
É o fim do caminho
No rosto o desgosto
É um pouco sozinho...

É um estrepe, é um prego
É uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando
É uma conta, é um conto...

É um peixe, é um gesto
É uma prata brilhando
É a luz da manhã
É o tijolo chegando...

É a lenha, é o dia
É o fim da picada
É a garrafa de cana
Estilhaço na estrada...

É o projeto da casa
É o corpo na cama
É o carro enguiçado
É a lama, é a lama...

É um passo é uma ponte
É um sapo, é uma rã
É um resto de mato
Na luz da manhã...

São as águas de março
Fechando o verão
É a promessa de vida
No teu coração...

É com esse que eu vou,
Sambar até, cair no chão,
Com esse que eu vou,
Desabafar com a multidão,
Se ninguém se animar,
Eu vou quebrar meu tamborim,
Mas se a turma gostar,
Vai ser pra mim.

É com esse que eu vou,
Sambar até, cair no chão,
Com esse que eu vou,
Desabafar com a multidão,
Se ninguém se animar,
Eu vou quebrar meu tamborim,
Mas se a turma gostar,
Vai ser pra mim.

Quero ver,
O ronca, ronca da cuíca,
Gente pobre, gente rica,
Deputado e Senador,
Quebra, quebra,
Quero ver cabrocha boa,
No piano da patroa,
Batucando, é com esse que eu vou !

O quebra, quebra,
Quero ver cabrocha boa,
No piano da patroa,
Batucando, é com esse que eu vou !....


Ô Madalena
O meu peite percebeu
Que o mar é uma gota
Comparado ao pranto meu

Fique certa
Quando o nosso amor esperto
Logo o sol se desespera
E se esconde la na serra

Êi Madalena
O que é meu nao se divide
Nem tao pouco se admite
Quem do nosso amor duvide

Até a lua
Se arrisca no palpite
Que o nosso amor existe
Forte ou fraco
Alegre ou triste...

Ma, ô Mada, Ô Madalena
Ô madale le le le le le na
ô Ma...

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