Diário De Um Fronteiriço

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Permisso, paysano, que eu venho judiado
O sol na moleira, a vida campeira
Batendo os costados
Permisso, paysano, pra um mate cevado
Que eu ando na estrada co'a vida encilhada
Tocando os cavalos...

Sou da fronteira, me pilcho a capricho
Potrada é de lei da lida que eu sei
Aperto o serviço
Meio gente, meio bicho
Ninguém me maneia
Loco das idéias, sou duro de queixo...

Um trago de canha, os amigos de fé
O pinho afinado tocando milongas
E algum chamamé
Com a alma gaúcha e um sonho dos buenos
Eu guardo a querência, que a vida anda braba,
E só mete a cara quem tem a vivência...

Ah! Livramento me espera num finzito de tarde,
Um olhar de saudade a mirar da janela
Lá onde o xucro se amansa
Na ânsia do abraço eu apresso o passo
Pra matear com ela... Permisso, paysano, que eu venho judiado
O sol na moleira, a vida campeira
Batendo os costados
Permisso, paysano, pra um mate cevado
Que eu ando na estrada co'a vida encilhada
Tocando os cavalos...

Sou da fronteira, me pilcho a capricho
Potrada é de lei da lida que eu sei
Aperto o serviço
Meio gente, meio bicho
Ninguém me maneia
Loco das idéias, sou duro de queixo...

Um trago de canha, os amigos de fé
O pinho afinado tocando milongas
E algum chamamé
Com a alma gaúcha e um sonho dos buenos
Eu guardo a querência, que a vida anda braba,
E só mete a cara quem tem a vivência...

Ah! Livramento me espera num finzito de tarde,
Um olhar de saudade a mirar da janela
Lá onde o xucro se amansa
Na ânsia do abraço eu apresso o passo
Pra matear com ela...
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