Grupo Tradição - MEDLEY Bailão (ao vivo)


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Mandei fazer um alambrado bem ligeiro
Com um caboclo destorcido, meu amigo
Disse pra ele, tenho pressa companheiro
Quero no sistema antigo
Uma semana fica pronto, eu já lhe digo...

Ruque ruque tá furado, suque suque tá socado
E gingue gingue tá estirado
Oiga serviço bonito, já tá pronto patrãozito
Vou lhe entregar o alambrado...

Nóis é do tipo safado, doido dos corno, xonado
Temo solteiro largado pro pau pegá
Nóis arrebenta porteira, vendemo toda a boiada
Gastamo tudo em gelada pro pau pegá...

Quando nóis chega chegando
Nóis qué ve o bicho pulando
Solto nóis temo agarrando pro pau pegá
Num batidão arrojado nóis dança bem agarrado
Nóis cerca de todo lado pra não escapa...

Podi pega, podi morde, podi beijá, pode pegá
Vou daqui vem de lá, podi pegá
Hoje à noite tá bão e o bailão vai bombá...

Solte a batida que eu quero dançar
Meu coração sertanejo alegrar
O som da viola não pode parar, não pode parar,
Não pode parar
Gosto do embalo desse batidão
Marca o compasso do meu coração
Se a prenda linda procura paixão
Póde pegá tô na mão...

Podi pega, podi morde, podi beijá, pode pegá
Vou daqui vem de lá, podi pegá
Hoje à noite tá bão e o bailão vai bombá...

Antigamente era assim numa bailanta de galpão
A xiruzada entreverada se entortava no salão
A xiruzada entreverada se entortava no salão
Antigamente era assim numa bailanta de galpão...

E a cumadre lá no canto
Diz pra moça no salão
Não encoste a barriguinha
Na fivela do peão...

Redemunhando pela sala
Tia Marica bate o pé
E dança a comadre Maria
Com o compadre José
E dança a comadre Maria
Com o compadre José
Redemunhando pela sala
Tia Marica bate o pé...

E a cumadre lá no canto
Diz pra moça no salão
Não encoste a barriguinha
Na fivela do peão... Mandei fazer um alambrado bem ligeiro
Com um caboclo destorcido, meu amigo
Disse pra ele, tenho pressa companheiro
Quero no sistema antigo
Uma semana fica pronto, eu já lhe digo...

Ruque ruque tá furado, suque suque tá socado
E gingue gingue tá estirado
Oiga serviço bonito, já tá pronto patrãozito
Vou lhe entregar o alambrado...

Nóis é do tipo safado, doido dos corno, xonado
Temo solteiro largado pro pau pegá
Nóis arrebenta porteira, vendemo toda a boiada
Gastamo tudo em gelada pro pau pegá...

Quando nóis chega chegando
Nóis qué ve o bicho pulando
Solto nóis temo agarrando pro pau pegá
Num batidão arrojado nóis dança bem agarrado
Nóis cerca de todo lado pra não escapa...

Podi pega, podi morde, podi beijá, pode pegá
Vou daqui vem de lá, podi pegá
Hoje à noite tá bão e o bailão vai bombá...

Solte a batida que eu quero dançar
Meu coração sertanejo alegrar
O som da viola não pode parar, não pode parar,
Não pode parar
Gosto do embalo desse batidão
Marca o compasso do meu coração
Se a prenda linda procura paixão
Póde pegá tô na mão...

Podi pega, podi morde, podi beijá, pode pegá
Vou daqui vem de lá, podi pegá
Hoje à noite tá bão e o bailão vai bombá...

Antigamente era assim numa bailanta de galpão
A xiruzada entreverada se entortava no salão
A xiruzada entreverada se entortava no salão
Antigamente era assim numa bailanta de galpão...

E a cumadre lá no canto
Diz pra moça no salão
Não encoste a barriguinha
Na fivela do peão...

Redemunhando pela sala
Tia Marica bate o pé
E dança a comadre Maria
Com o compadre José
E dança a comadre Maria
Com o compadre José
Redemunhando pela sala
Tia Marica bate o pé...

E a cumadre lá no canto
Diz pra moça no salão
Não encoste a barriguinha
Na fivela do peão...
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